Democracia, participação política e desigualdade social

Pessoal dos 3s. anos!

Assisti esse vídeo hoje e postei no grupo das turmas que me adicionaram no face, com exceção do 3B. Entretanto, a fim de democratizar a informação (rsrs) decidi postar o vídeo em questão aqui também. Nele, o professor da UFMG fala sobre o voto ser obrigatório ou facultativo, deixando claro sua posição durante a exposição. Porém, gostaria de estimulá-los a refletir um pouco mais, e posto também uma matéria que li recentemente sobre analfabetismo e voto no Brasil. Então, vejam, leiam, pensem e comentem, claro que essas palavras de ordem são todas facultativas, mas vale o Imperativo (rsrs). bjao a todos/as.

http://eleicoes.uol.com.br/2014/noticias/2014/09/26/compra-de-votos-vira-habito-na-cidade-com-mais-analfabetos-do-brasil.htm

Mito da democracia racial e racismo no Brasil

Olá, 1s anos!

Como discutimos sobre esse assunto desde o filme “Vista minha pele” até a prova na qual tentamos entender o caso envolvendo a torcida do Grêmio e o goleiro Aranha, decidi postar esse vídeo que vi no face há alguns dias. Nele, o Aranha fala conscientemente sobre o caso,  que envolve o mito da democracia racial, o racismo “escondido” e a tendência de culpabilizar a vítima quando esta tenta se impor na luta por igualdade e respeito, mais ou menos como o personagem do texto de Luiz Fernando Veríssimo que lemos em sala, no qual o personagem não deixa o “amigo” negro falar, lembram? Vejam o vídeo e reflitam sobre o caso, especialmente pensando em como o mito da democracia racial aparece nessa situação e a importância da luta por uma verdeira igualdade entre brancos e negros no nosso país.

Trabalho na sociedade capitalista e a questão das classes sociais

Olá, 2s anos!
Em julho, postei esse vídeo no grupo do face, mas aproveito agora para postar aqui no blog também a fim de refletirmos sobre tudo o que vimos durante esse bimestre. Desde à Revolução Industrial, passando pelo fordismo, taylorismo e o toyotismo, o dramatização das ideias de Karl Marx, feita por um grupo da Argentina, pode nos ajudar a entender porque as condições de trabalho tendem a ser intensificadas, nem sempre positivamente do ponto de vista das pessoas envolvidas, burgueses ou proletários, enfim. Assistam e pensem sobre o assunto, espero ver seus comentários em breve.

Socialização, papel social da propaganda e movimento feminista: tudo junto e misturado

Olá, 1s., 2s. e 3s. anos!

Decidi postar esse vídeo comum aos três anos do ensino médio por achá-lo significativo, por diferentes pontos de vista, para cada uma das discussões que desenvolvemos ao longo do bimestre.

Primeiro, pensei que seria interessante para o pessoal dos 1s. justamente por tratar de uma das maneiras mais simples de socialização, a brincadeira, ou mais exatamente, os brinquedos como objetos que ajudam a inserir esse pequeno indivíduo na sociedade, com suas normas, regras, valores. E, justamente a separação entre meninos e meninas, o que é apropriado para uns e para outros é o que permite a manutenção dos padrões de gênero no futuro, já que os indivíduos foram assim socializados. Observem o vídeo e se questionem como seria o mundo socializado sem essa divisão tão rígida?

Já para os 2s. pensei no vídeo pelo papel social da propaganda, texto que discutimos nas últimas aulas. Uma propaganda tem por objetivo vender um determinado produto, mas ela tem um poder de influência que não deve ser ignorado, muito menos utilizado de maneira irresponsável reproduzindo velhos preconceitos ou valores equivocados apenas para vender mais. Nessa propaganda, vemos como uma peça publicitária pode ser feita de maneira bem mais interessante. Deem uma olhada!

Agora os 3s. pensei em anexar uma publicação da Folha, na qual o jornalista Anderson Leonardo comenta o vídeo e sua repercussão. Pensando nas discussões acaloradas que tivemos na última aula, quando começamos a falar dos movimentos sociais, justamente com o movimento feminista e a questão da luta pela igualdade, marcha das vadias e o machismo cotidiano, especialmente o 3B, o que vocês acham, do vídeo e do texto? Aguardo comentários

http://blogdetec.blogfolha.uol.com.br/2013/11/21/video-viral-feminista-de-loja-de-brinquedos-encoraja-garotas-a-se-tornarem-engenheiras/

PS: Fica a dica também para darem uma olhada em um post da Maísa do 3B, justamente sobre o feminismo.

http://true-personality.blogspot.com.br/2014/05/feminismo-e-necessario.html

50 anos do Golpe de 1964

 

Olá, 3s. anos!

Desculpem pela demora, mas aqui está o vídeo da TV Folha que comentei com vcs na semana de 31/03. São entrevistas curtas de nomes importantes que viram de perto o golpe de 1964. Observem os pontos de vista diferentes e digam o que pensam. Tem muita coisa na internet sobre o assunto, vale a pena procurar e conhecer mais sobre esse importante período da história brasileira, que, infelizmente, deixou marcas profundas na nossa sociedade. bjao

“Germinal” e “Os miseráveis”: o contexto de surgimento da sociologia

Olá, 1s. anos!

Estamos ainda nos conhecendo, conhecendo a nova disciplina, aprendendo e ensinando a compreender a realidade social em que vivemos. Espero que participem do blog como muitos dos meus queridos/as ex-alunos/as do Reverendo Urbano participaram durante os 5 anos em que lecionei lá. Agora, no Pedro José Neto, espero desenvolver as nossas discussões iniciadas em sala, trazendo novos elementos para compreendermos a realidade social, buscando sair do senso comum e a pensar de maneira crítica e autônoma.

Pois bem, aqui estão os links dos livros que leremos ao longo desse bimestre para pensarmos o contexto de surgimento da Sociologia, especialmente o impacto da Revolução Industrial (Séc. XVIII) nas relações sociais e na situação daqueles que se viram obrigados a migrar do campo para as cidades em busca de emprego e daqueles que, vivendo em suas vilas, tiveram seu trabalho intensificado, mostrando a maneira, muitas vezes cruel, como o desenvolvimento industrial se consolidava. Os miseráveis, de Victor Hugo e Germinal, de Émile Zola, ambos situados e publicados no século XIX, são livros bem diferentes, mas que têm em comum a problematização das condições de vida dos trabalhadores no contexto de êxodo rural e de desenvolvimento urbano industrial.

Aqui está o link do livro Germinal, essa versão é integral, por isso o maior número de páginas em relação ao que comentei com vocês em sala. Quem tiver acesso ao livro adaptado da editora Cia das Letras, não tem problema. Quanto ao livro Os miseráveis, sei que temos vários exemplares na escola, procurem a biblioteca o quanto antes, de todo modo, em breve procurarei a versão adaptada online, se encontrar, postarei aqui também.

Para fechar esse post, gostaria de deixar um trecho da versão adaptada do livro Germinal para vocês pensarem e já começarem a comentar, quem quiser tirar dúvidas sobre a leitura, dizer o que está achando, enfim, sintam-se à vontade, o blog está aberto a todos os comentários, inclusive de temas anteriores.

Um silêncio profundo caiu sobre a multidão. Só se ouvia sua respiração aflita.

Mas Etienne prosseguiu, mudando o tom de voz. Teriam sofrido um mês inutilmente, para voltar às minas de cabeça baixa e a miséria continuar?! Não seria melhor morrer de uma vez, tentando destruir essa tirania do capital, que deixava o trabalhador morrer de fome? E mencionou a exploração em que viviam os mineiros, que suportavam sozinhos as crises, não tendo nem o que comer quando a concorrência baixava os preços do carvão. Não! A nova tarifa não era justa, queriam roubar a cada homem uma hora trabalho por dia! Era demais, chegara a hora de os miseráveis, explorados ao máximo, fazerem justiça.  

            Ao ouvir a palavra justiça, a multidão explodiu em aplausos. Alguns gritaram:

            — Justiça! Chegou a hora da justiça!” (p. 114).

http://ciml.250x.com/archive/literature/portuguese/zola_germinal.pdf

Boa leitura!

Vulnerabilidade e invisibilidade social: ônibus 174

Pessoal! Como vimos nas últimas aulas o tema vulnerabilidade social a partir do que aconteceu com o Sandro do Nascimento, do documentário Ônibus 174 e do filme Parada 174, decidi postar o documentário inteiro e não o filme para que vocês possam ver toda a história e a trajetória desse rapaz que terminou de maneira trágica. Para vocês, qual a relação com a desigualdade social? Vocês conseguem perceber no nosso cotidiano situações parecidas com as que Sandro viveu? E qual o papel da sociedade? É só uma questão de segurança pública (prisões, policiamento). Aguardo comentários.